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Morre em 05 de outubro aos 86 anos de idade, após longa enfermidade.
Está enterrado no cemitério da Consolação-São Paulo, no jazigo das famílias Conde Attilio Matarazzo e Matarazzo-Pennacchi.
A Folha de São Paulo, através da pena de Luiz Jean Lauand – “Estética da participação” – lhe presta uma justa homenagem. Do mesmo autor, O Estado de São Paulo publica “Pennacchi e a filosofia de Pieper”.
Em dezembro, recebe homenagem no Leilão de Natal de Aloísio Cravo-São Paulo.
Pennacchi, intérprete da vida do campo ou da cidade, não peregrinou nas “Barbizon e Fontaineblue tropicais”, seja por ilusão de chegar a algum lugar, seja pela necessidade de descobrir algo novo. Aqui veio para viver enquanto viajava, para aprender a conhecer o que via contemplar e dar forma às descobertas propiciadas por sua experiência. A vida-obra de Pennacchi é a experiência da “descoberta do Brasil”, absorvida e decodificada sob a ótica do universal e do eterno.
O próprio Pennacchi resume sua vida-obra:
“Eu amo o ser humano, na verdade, eu amo o “divino” que o ser humano contém”.
Nossa herança:
Como homem... nos deixou o exemplo de vida em constante construção, pautada por coragem e caráter sem recuos, trabalho, perseverança na busca e conquista de seus ideais, amor a Deus e a seu próximo.
Como artista... nos transmitiu uma obra em que estavam presentes os arquétipos da sua tradição toscana, a rigorosa e séria releitura da tradição acadêmica e dos anos de sua formação, aliadas às profundas reflexões sobre a Criação!
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